terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Fica a Dica

Lançamento de mais um livro do meu grande amigo Edson Migracielo.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Descobrindo a Zona Sul II



Uma de nossas incursões gastronômicas pela Zona Sul foi no nosso estilo preferido de restaurante: culinária japonesa. Depois da dica do casal de amigos Natalia e Pedro, fomos comemorar nosso aniversário de 1 ano de casamento no delicioso Sashiburi, da Avenida Pereira Passos (tem um na Dona Laura também). O ambiente é bem aconchegante, ótimo pra um jantar a dois.



Como bons gordinhos em potencial, optamos pelo festival de sushi, que valia muito a pena em comparação com os combinados e incluía tudo, tudo - dá pra comer até dizer chega. O interessante do Sashiburi é que oferece opções diferentes, que eu nunca tinha comido. E olha que já percorremos norte a sul da cidade experimentando sushi. Um deles vem em um recipiente com fogo e tem gostinho de laranja, uma delícia. Outro deles é a milanesa e vem recheado com queijo cheddar derretido, servido bem quentinho. De comer rezando!!! As sobremesas são um caso a parte. Pelo cardápio deu pra ver as maravilhas. Uma delas, Huramaki de Doce de Leite (foto), que deve ser dos Deuses. Mas acabamos ficando só no sushi, o doce ficará para a próxima.




Outro diferencial é o atendimento. Simpatia e atenção do garçom ao caixa. O jantar saiu caro (cerca de R$ 160,00) – nos padrões dos melhores sushis da cidade -mas valeu a pena cada centavo investido. Viramos fã. Assim que nos recuperarmos do tufo, vamos voltar lá.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Descobrindo a Zona Sul de Porto Alegre I



Há cerca de seis meses, eu e meu marido compramos nosso primeiro apartamento. Depois de muito procurar, acabamos optando pelo bairro Cristal – pode-se dizer que no início da Zona Sul de Porto Alegre. Como os dois sempre moraram em outras áreas da cidade (eu no Menino Deus e Zona Norte, ele, no Santana), aos poucos, estamos descobrindo juntos o que os bairros que integram a nossa nova região têm a oferecer em termos de gastronomia, lazer e conveniência.

Para começar, um bar que muitos devem conhecer e sobre o qual sempre ouvi meus irmãos (bem mais velhos do que eu) falarem muito – famoso desde a adolescência deles: o boteco Bat-Bat. Na semana passada, em busca de um lugar para beliscar e tomar uma cervejinha básica acabamos por lá, na Av. Guaíba. O local, que é conhecido por suas batidas de leite condensado com nomes bem peculiares, também serve cerveja estupidamente gelada de diversas marcas – uma pena que a Heineken estava em falta naquele dia, mas optamos pela Bohemia, sem problemas.

Para comer, entre diversas opções do cardápio, escolhemos os bolinhos de queijo – deliciosos, muito bem recheados – com aquele queijinho puxando a cada mordida, e uma porção de mini-pastéis, sabores palmito e calabresa. Vieram bem quentinhos, sequinhos e também muito bem recheados. O pessoal que estava na mesa em frente à nossa pediu uma calabresa que tava muito cheirosa, deu vontade de comer.
O legal do cardápio é que todos os itens podem ser pedidos em meia porção – melhor para experimentar diferentes pratos. O local também pode ser alugado para festas e tem churrasqueira.

Boteco Bat-Bat:
Av. Guaíba, 376
Horário de atendimento:
De segunda a sexta, a partir das 16h.
Sábado e domingo, a partir das 11h.

Telefone: (51) 3392-1111

Para chegar lá:


Exibir mapa ampliado

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Paulo Preto e os cofres de Serra

Não tenho partido, portanto, não sou petista.
Mas, como jornalista, fico indignada com a cara de pau da imprensa brasileira.
Por que será que nenhum jornal dá destaque a esse assunto?
Só notinhas nos jornais diários...


13 de outubro de 2010 às 11:47h

Paulo Preto veio à tona – como se fosse a lama acumulada no fundo de uma represa, e que repentinamente sobe à superfície.
Quem trouxe Paulo Preto à tona foi Dilma Rousseff, no debate da “Band”. Poucos meses antes, o engenheiro (um ex-funcionário da estatal paulista Dersa, que administra e constrói rodovias) aparecera em reportagens discretas de duas revistas (“Veja” e “Época”), tratado como “homem-bomba” dos tucanos. Teria arrecadado 4 milhões de reais, e sumido com a grana. Ele nega, mas alguns tucanos confirmam – como veremos a seguir.
Dilma relembrou a história no debate de domingo. Serra preferiu não responder. Na segunda-feira, a Record trouxe o caso completo, em horário nobre, no “Jornal da Record”. O texto e o vídeo você encontra aqui.
A Globo escondeu a história: Ali Kamel prefere não mostrar Preto na tela. Também na segunda, Serra disse que não conhecia Paulo Preto.
Na terça-feira, dia 12 de outubro, enquanto os padres despejavam panfletos contra Dilma em Aparecida, Serra teve que mudar de idéia. Defendeu Paulo Preto – o tal que ele não conhecia.
Hum…
Por que Serra fez isso?
Porque Paulo Preto deu uma entrevista à “Folha”, e com sutileza de elefante em loja de cristais avisou ao PSDB: “Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada. Não cometam esse erro”.
Hum…
Preto fora demitido da Dersa, sem explicação. Queima de arquivo? Só que o arquivo continua por aí. Preto (o homem que Serra defende) tem em seu currículo uma prisão: ele foi acusado de tentar vender numa joalheria um bracelete roubado. Bracelete de 20 mil reais.
Gente fina.
Mais que isso: Eduardo Jorge – outro homem da grana dos tucanos – dissera à revista “Istoé” que Paulo Preto havia (sim!) arrecadado dinheiro sem conhecimento dos tesoureiros oficiais da campanha.
Serra – que agora defende Paulo Preto (aquele que ele afirmava não conhecer) – desmentiu Eduardo Jorge.
A história é cheia de nuances.
Tão interessante quanto o fato de ter mandado recado para Serra pelos jornais, foi Paulo Preto ter escolhido a dedo a repórter que o entrevistou na “Folha”: Andrea Michael. Na Operação Satiagraha, ela foi acusada pelo delegado Protógenes Queiroz de publicar reportagens que favoreciam Daniel Dantas.
Não a conheço pessaoalmente, não sei se a acusação é justa.
Mas é estranho que Paulo Preto tenha escolhido Andrea Michael para dar seu recado.
Reparem que na reportagem da Record a repórter conversa por telefone com o advogado de Preto, e pergunta se haveria alguma chance de entrevistar o engenheiro. A resposta do advogado: “zero”.
No dia seguinte, Paulo Preto falava com Andrea Michael Na “Folha”. Será que foi Paulo Preto mesmo quem mandou recados a Serra? Ou haveria outro personagem oculto nessa história – um banqueiro, talvez?
A conferir.
O fato é que a história revela disputa interna pesada no tucanato.
Imaginem se fosse alguém do PT? Seria Jornal Nacional 5 vezes por semana, até a eleição. Além do mais, Paulo Preto não é um homem da província apenas. Trabalhou dentro do Palácio do Planalto no governo FHC, como revelou a “Istoé”:
O engenheiro não é filiado ao PSDB, mas tem uma história profissional ligada ao setor público e há 11 anos ocupa cargos de confiança nos governos tucanos. No segundo mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso, foi assessor especial da Presidência e trabalhou quatro anos no Palácio do Planalto, como coordenador do Programa Brasil Empreendedor.
Paulo Preto e o desvio de 4 milhões de reais é apenas uma das pautas – desagradáveis a Serra – ignoradas pela velha mídia durante a campanha. Por que ressurgiu agora? Porque Dilma trouxe à tona essa lama esquecida no fundo da represa. Mas também porque parece haver um desarranjo na aliança tucana. Haveria fissuras entre o serrismo e Dantas?
Outras pautas que Dilma pode explorar:
- o pai de Suzana Richtoffen – morto pela filha, como o Brasil inteiro lembra – trabalhava na mesma Dersa (reza a lenda que o crime poderia envolver disputa por recursos desviados dos cofres públicos e enviados ao exterior, em contas secretas);
- o caso Alstom (executivos da empresa foram presos na Europa por corrupção em países da América Latina; a Alstom é fornecedora do Metrô de São Paulo; o PSDB barra há vários anos uma CPI para investigar o Caso Alstom).
Há dezenas de outros.
A velha imprensa quer abrir os cofres da Justiça Militar – para usar depoimentos e documentos de torturadores (elaborados durante a ditadura) contra Dilma Rousseff.
Mas a velha imprensa não quer abrir o “cofre” de Serra.
Lá pode haver muito mais do que os supostos 4 milhões de Paulo Preto (que ele nega ter arrecadado. No cofre do tucano, há histórias mal contadas, desde que Serra presidia a UNE (União Nacional dos Estudantes).
Pergunta desse Escrevinhador: onde foi parar o dinheiro que a UNE tinha no cofre no dia 31 de março de 1964, quando houve o golpe militar no Brasil? Serra presidia a entidade.

*Matéria originalmente publicada no O Escrevinhador

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Conexão Musical



Fica a dica para as duas pessoas que devem entrar no meu blog a cada 15 dias.
Um programa de rádio online batizado de Conexão Musical.
Não é porque ele é feito pelo meu marido e tem minha participação na vinheta, mas o programa é muito bom, e com muita música de qualidade - pra agradar todos os gostos (menos pagodeiro e sertanejo universitário).
Um dos blocos é sempre dedicado a um aniversáriante da semana.

A última edição, que está no ar a partir desta sexta-feira, tem grunge, a nova do Maroon 5 e Green Day.

Pra conhecer, ouvir ou baixar no MP3, aqui está o link.
Conexão Musical

segunda-feira, 27 de setembro de 2010